ARISTON, Bernardo
| Tipo | Biográfico |
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| Cargos |
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| Autor(es) | Fabrício Augusto Sousa Gomes |
Bernardo Ramos Ariston nasceu no Rio de Janeiro, então estado da Guanabara, no dia 25 de setembro de 1969, filho de Augusto José Ariston e Maria de Lourdes Campos Ramos Ariston. Seu pai foi deputado estadual, chefe do Gabinete Civil do Rio de Janeiro no governo de Anthony Garotinho (1999-2002) e secretário de Transportes do Rio de Janeiro no governo de Rosinha Garotinho (2003-2006).
Iniciou o curso de direito na Universidade Estácio de Sá, do Rio de Janeiro, concluindo-o no Centro Universitário Euro-Americano (UNIEURO), Brasília em 2005.
Foi diretor da Litoral Radiodifusão, em Arraial do Cabo (RJ) e em Campos dos Goytacazes (RJ) em 1996. Foi secretário Municipal de Turismo, Esporte e Lazer, de Arraial do Cabo de 1997 a 1998.
Em 1999 filiou-se ao Partido Verde (PV), e foi nomeado diretor de planejamento e projetos da TurisRio, em que permaneceu até 2000. No ano seguinte, tornou-se vice-presidente da TurisRio, que exerceria até 2002, e presidente da Sotur, localizada no Rio de Janeiro. Ainda em 2001, filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB).
No pleito de outubro de 2002, foi eleito deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro na legenda do PSB. Assumiu o mandato em fevereiro de 2003. Ainda nesse mesmo ano, ingressou no Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e nas votou contra a reforma da Previdência e a favor da reforma Tributária.
Em outubro de 2006, foi reeleito na legenda do PMDB. Assumiu novo mandato em fevereiro de 2007.
Nessas legislaturas, fez parte da Comissão Permanente de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, da Comissão Permanente de Economia, Indústria e Comércio, da Comissão Permanente de Economia, Indústria, Comércio e Turismo, da Comissão Permanente de Turismo e Desporto, da Comissão Permanente de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e da Comissão Permanente de Minas e Energia, da qual foi presidente.
Concorreu novamente nas eleições realizadas em Outubro de 2010. Na ocasião, não obteve votação suficiente para renovar seu mandato de deputado e, com isso, deixou a Câmara em Janeiro de 2011.
Deixou o PMDB em 2013, quando filiou-se ao Partido da República (PR).