BERGER, Djalma

Djalma Vando Berger nasceu em Bom Retiro (SC) no dia 7 de março de 1962, filho de Elias Berger e de Melida Schlemper Berger. Seu irmão, Dario Berger, foi vereador (1993-1996) e prefeito (1997-2004) da cidade catarinense de São José e, a partir de 2005, prefeito de Florianópolis.

Formou-se em administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em 1984, e dois anos depois concluiu o curso de engenharia civil na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em 1989, após aprovação em concurso público, começou a trabalhar na Eletrosul Centrais Elétricas, em Florianópolis. No ano de 1995 a Eletrosul foi incluída no Programa Nacional de Desestatização, o que motivou seu desligamento da empresa. Assumiu, então, o cargo de diretor administrativo-financeiro da Catarinense de Segurança e Vigilância (Casvig), empresa de sua família. Com a posse de seu irmão Dario na prefeitura de São José em 1997, foi nomeado secretário de Obras desse município. Deixou a função em abril de 2002, desincompatibilizando-se para concorrer a cargo eletivo.

Nas eleições de outubro desse ano foi eleito para a Assembleia Legislativa de Santa Catarina na legenda do Partido da Frente Liberal (PFL). Assumindo sua cadeira de deputado estadual em fevereiro de 2003, logo após a posse deixou o PFL e filiou-se ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), de cujo diretório regional tornou-se tesoureiro. Em 2005, com a posse do irmão Dario na prefeitura de Florianópolis, licenciou-se da Assembleia por ter sido nomeado secretário de Obras da capital catarinense. Esteve à frente dessa secretaria até abril de 2006, quando reassumiu sua cadeira na Assembleia Legislativa do estado, desincompatibilizando-se do cargo para disputar nova eleição.

No pleito de outubro de 2006 foi eleito deputado federal por Santa Catarina na legenda do PSDB. Tomou posse na Câmara dos Deputados em fevereiro do ano seguinte e, pouco depois, filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), tornando-se presidente de seu diretório regional. Participou das comissões de Turismo e Desporto e de Viação e Transportes, e votou a favor da prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), matéria de interesse do governo federal que foi rejeitada pelo plenário da Câmara dos Deputados. Licenciou-se do mandato em junho de 2008 para se dedicar à sua campanha para a prefeitura de São José, e sua vaga foi ocupada por Acélio Casagrande. Em agosto, durante a campanha eleitoral, foi condenado, junto com o irmão Dario, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), a devolver recursos aos cofres públicos por suposto superfaturamento em uma obra que executara quando era secretário municipal de Obras de São José. Diante da sentença, alegou que não havia nenhuma irregularidade.

No pleito de outubro de 2008 foi eleito prefeito de São José na legenda do PSB. Em dezembro, renunciou ao mandato de deputado federal, e sua vaga foi ocupada pelo suplente Paulo Bauer. Em janeiro de 2009, tomou posse na prefeitura.

Em 2011, migrou para o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), pelo qual tentou a reeleição no ano seguinte, mas não obteve êxito. Foi derrotado pela candidata do Partido Social Democrático (PSD), Adeliana Dal Pont.

Casou-se com Adriana Berger, com quem teve três filhos.