CORDEIRO, Ilderley
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Ilderley Cordeiro nasceu em Cruzeiro do Sul (AC) em 28 de junho de 1977, filho de Ildefonso Rodrigues Cordeiro e de Arlete Soares Sousa. Seu pai foi deputado federal pelo Acre, de 1999 a 2002.
Estudou administração de empresas na Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) nos anos de 1996 e 1997, mas não chegou a se formar. Nos anos seguintes, até o ano de 2001, trabalhou como administrador de várias empresas, de diferentes ramos de atividade.
Em 1999 se filiou ao Partido da Frente Liberal (PFL), partido ao qual seu pai era filiado. Em 2005 foi eleito vice-prefeito de Cruzeiro do Sul, ainda pelo PFL, em aliança vitoriosa com o Partido dos Trabalhadores (PT), que elegeu então Zilmar Bezerra como prefeita. A aliança de Ilderley com Zilmar Bezerra rompeu-se no mesmo ano. A prefeita eleita acusou seu vice de ameaçá-la de morte por decisões tomadas com políticas públicas, em especial de um suposto acordo mantido visando compra de um terreno de Ilderley por parte da prefeitura, o que não ocorreu. A versão apresentada por assessores de Ilderley falava de uma manobra da então prefeita Zilmar para desacreditar as denúncias que seu vice-prefeito pretendia fazer. O embate culminou na mudança de legenda da parte de Ilderley Cordeiro para o Partido Popular Socialista (PPS). Em 2006, candidatou-se a deputado federal pelo estado do Acre na nova legenda. Empossado em fevereiro de 2007, foi titular das comissões permanentes: Viação e Transportes; Finanças e Tributação; Subnutrição de Crianças Indígenas. Participou ainda de várias Frentes Parlamentares.
Em 2008 candidatou-se ao cargo de prefeito de Cruzeiro do Sul. Durante a campanha, foi processado pelo Ministério Publico Eleitoral do Acre, acusado de compra de votos para o pleito daquele ano, durante carreata ocorrida no município em Agosto. Nas eleições, foi derrotado, ficando apenas como o terceiro mais votado. Retornou ao Legislativo Federal para o prosseguimento do mandato de deputado. Foi também vice-líder do PPS na Câmara em 2010. Em Novembro do mesmo ano, o Supremo Tribunal Federal decidiu pelo arquivamento do inquérito relativo à compra de votos pelo deputado em 2008, sob a alegação de falta de indícios relacionando a relação de troca.
Com o fim do mandato, e, sem ter disputado cargos eletivos em 2010, deixou a Câmara em Fevereiro seguinte. No mesmo ano, desfiliou-se do PPS, tendo migrado para o Partido Progressista (PP).
Não concorreu a cargo eletivo em 2012, e, em 2013, trocou de sigla mais uma vez, tendo se filiado ao Partido da República (PR).