DIOGO, Cida

Maria Aparecida Diogo Braga nasceu em Volta Redonda (RJ) no dia 20 de janeiro de 1958, filha de Raimundo Pires Diogo e de Maria Amélia Diogo.

Graduou-se em medicina pela Fundação Oswaldo Aranha (FOA) em sua cidade natal. Iniciou sua militância política no movimento estudantil, tendo sido diretora do Diretório Acadêmico de sua faculdade. Em 1980 filiou-se ao recém-fundado Partido dos Trabalhadores (PT).

De 1993 a 1996 foi secretária municipal de Saúde de Volta Redonda, na gestão do prefeito Paulo Baltazar, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), e de 1995 a 1996 presidiu o diretório municipal do PT. Nesse último ano, elegeu-se vice-prefeita na chapa encabeçada por Antônio Francisco Neto, sucessor de Baltazar.

Em 1998 desligou-se do cargo para concorrer a uma cadeira na Assembleia Legislativa do estado (Alerj). Eleita para a legislatura 1999-2002, presidiu a Comissão Permanente de Assuntos da Mulher (1999) e as comissões especiais para Acompanhamento da Dívida do Estado (1999) e de Saúde da Mulher (2000). Nas eleições de 2002 reelegeu-se deputada estadual na legenda do PT. Na nova legislatura, presidiu a Comissão de Saúde (2003), a Comissão Especial para Acompanhamento da Implantação no Rio de Janeiro do Programa Federal Primeiro Emprego (2003) e a Comissão de Segurança Alimentar (2004).

Em 2004 candidatou-se à prefeitura de Volta Redonda, mas obteve o terceiro lugar na disputa, vencida por Gotardo Lopes Neto. Retornando ao mandato de deputada estadual, presidiu a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (2005-2006), foi vice-líder do partido na Alerj e membro da executiva nacional do PT.

No pleito de outubro de 2006 elegeu-se deputada federal pelo Rio de Janeiro na legenda petista. Assumiu o mandato em fevereiro de 2007 e integrou as Comissões de Seguridade Social e Família e de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Coordenou a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e travestis), criada em março de 2007, e foi titular da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) responsável pela investigação das más condições do sistema carcerário.

Nas eleições municipais de 2008 candidatou-se pela segunda vez à prefeitura de Volta Redonda na legenda do PT. Como na disputa anterior, ficou em terceiro lugar, atrás de Antônio Francisco Neto e de Jorge de Oliveira.

Foi ainda professora secundária em Volta Redonda e prestadora de serviços ao Sindicato dos Metalúrgicos e ao Sindicato da Construção Civil. Atuante no movimento sindical dirigiu o Sindicato dos Médicos de Volta Redonda e o Sindicato dos Profissionais de Saúde do Sul Fluminense. Exerceu também o cargo de secretária-geral da Associação de Moradores do Bairro Eucaliptal, em Volta Redonda.

Casou-se com Ernesto Braga, com quem teve dois filhos.