EDMAR, José

José Edmar de Castro Cordeiro nasceu em Formosa (GO) no dia 28 de outubro de 1951.

Formou-se em teologia pela Faculdade de Teologia da Arquidiocese de Brasília e em ciências sociais pela Faculdade Rio Verde, em Goiás. Em 1966 radicou-se em Taguatinga (DF) e na década de 1970 destacou-se pela liderança na invasão de terras públicas no entorno de Brasília, principalmente nas cidades-satélites de Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Paranoá e São Sebastião.

Nas eleições de 1990, foi eleito deputado distrital na legenda do Partido Social Liberal (PSL). Assumiu o mandato em fevereiro de 1991 e nessa legislatura ocupou a vice-presidência da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças. Reeleito no pleito de outubro de 1994 na legenda do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), foi vice-presidente (1995-1996) e primeiro-secretário (1997-1998) da Câmara Legislativa. Foi também membro da Comissão de Constituição e Justiça e presidente da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar. Nas eleições de outubro de 1998, conquistou pela terceira vez o mandato de deputado distrital na legenda do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Reeleito em outubro de 2002, agora na legenda do Partido de Reedificação da Ordem Nacional (Prona), presidia a Comissão de Assuntos Fundiários quando, em julho de 2003, foi preso e indiciado pela Polícia Federal por grilagem de terras, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, formação de quadrilha e ameaça a testemunhas.

De volta ao PMDB, concorreu a uma vaga de deputado federal pelo Distrito Federal em outubro de 2006 e obteve uma suplência. Em agosto de 2008 assumiu o mandato na Câmara em virtude do afastamento de Augusto Carvalho, que se licenciou para ocupar o cargo de secretário de Saúde de Brasília. Em novembro deixou a Câmara com o retorno do titular, mas em dezembro voltou ao exercício do mandato após o afastamento de Robson Rodovalho, que também se licenciou para ocupar um cargo no governo do Distrito Federal. Com o retorno do titular em janeiro de 2009, novamente deixou a Câmara dos Deputados, mas retornou em março, quando Rodovalho voltou a afastar-se.

Em abril de 2009, filiou-se ao Partido da República (PR), mas poucos meses depois, migrou para o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

No ano seguinte, concorreu nas eleições de outubro para o cargo de deputado distrital, mas obteve apenas uma suplência.

Casou-se com Lúcia Cordeiro, com quem teve três filhos.