FELICIANO, Damião

Damião Feliciano da Silva nasceu em Campina Grande (PB) no dia 28 de abril de 1952, filho de Pedro Feliciano da Silva e de Josefa Mariana da Silva.

Formou-se em medicina pela Faculdade de Medicina de Campina Grande em 1976. Especializou-se em cardiologia e, de 1977 a 1980, e completou sua formação realizando cursos no Instituto do Coração (Incor) em São Paulo e na Faculdade de Medicina de São Paulo (FMUSP). Fez ainda estágio no Hospital das Clínicas de São Paulo, e trabalhou também no Hospital São Bento, onde fez residência médica em 1980, na Fundação Assistencial do Município de Osasco, e no VIII Grande Prêmio do Brasil de Fórmula I. De volta a Campina Grande, foi diretor da Casa de Saúde Dr. Francisco Brasileiro, fundador, médico e diretor do Hospital Mariana e do Hospital de Urgência. Em 1981, fundou a Rádio Panorâmica FM. Em 1992 filiou-se ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Presidente regional do partido, em outubro de 1998 foi eleito deputado federal pela Paraíba. Assumiu o mandato em fevereiro de 1999 e ainda nesse ano ingressou no Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Integrou as comissões de Relações Exteriores, de Defesa Nacional, Seguridade Social e Família, e de Viação e Transportes. Representou a Câmara dos Deputados na II Reunião do Comitê Diretor da Conferência Parlamentar das Américas, na Guatemala, e posicionou-se a favor da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e da prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Foi ainda vice-líder do bloco PMDB/Partido Trabalhista Nacional (PTN) em 2000 e do PMDB em 2001.

Em outubro de 2002 candidatou-se à reeleição na legenda do PMDB, obtendo uma suplência. Deixou a Câmara ao final da legislatura, em janeiro de 2003, e voltou a ocupar uma cadeira de julho a novembro de 2004. Nesse mesmo ano filiou-se ao Partido Progressista (PP). Em 2005, ingressou no Partido Liberal (PL) e foi nomeado secretário de Ciência e Tecnologia e do Meio Ambiente da Paraíba. Deixou a secretaria em abril de 2006, desincompatibilizando-se para se candidatar mais uma vez a deputado federal. Em outubro reelegeu-se na legenda do PL, e em fevereiro de 2007 assumiu o mandato. Participou das comissões de Desenvolvimento Urbano, de Fiscalização Financeira e Controle, de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre Obras Inacabadas. Ainda em 2007 ingressou no Partido da República (PR), mas pouco depois se desligou da legenda para filiar-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). Em 2009 assumiu a vice-liderança do partido na Câmara dos Deputados.

Nas eleições de 2010 concorreu à reeleição, já pelo PDT. Recebeu 87 mil votos, obteve êxito e iniciou a nova legislatura em Fevereiro de 2011. Como parte de suas atividades parlamentares, neste mandato, além de integrar a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, tornou-se também membro da Comissão de Esporte (CESPO), da qual tornou-se presidente. Integrou e presidiu ainda a Frente Parlamentar em Defesa dos Profissionais da Saúde.

Foi ainda membro do Sindicato de Médicos de Campina Grande, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, da Sociedade de Órgãos Artificiais e Circulação Extracorpórea em São Paulo, da Sociedade Médica em Campina Grande, e do Conselho Curador da Fundação Ulisses Guimarães.