LUCAS JÚNIOR, Jonival

Jonival Lucas da Silva Junior nasceu em Sapeaçu (BA), no dia 31 de janeiro de 1967, filho de Jonival Lucas da Silva e Marivalda Oliveira da Silva. Seu pai foi deputado federal e constituinte, pela Bahia, de 1987 a 1988.

Foi oficial de gabinete da Secretaria de Educação e Cultura de Salvador, entre 1984 e 1986, e assessor parlamentar da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), de 1986 a 1990.

Entre 1990 e 1993 foi filiado ao Partido Democrata Cristão (PDC). Nesse período, atuou como assessor da presidência do Instituto de Terras da Bahia (INTERBA), em Salvador, entre 1990 e 1992.

Atuou como assistente parlamentar na Câmara dos Deputados, de 1992 a 1998.

Em 1993, filiou-se ao Partido Progressista (PP), que, em 1995, numa fusão com o Partido Progressista Reformador (PPR), passou a constituir o Partido Progressista Brasileiro (PPB).

Formou-se em Economia pela Faculdade Católica de Ciências Econômicas do Estado da Bahia, em Salvador, no ano de 1996.

Pelo estado da Bahia, foi eleito Deputado Federal, na legenda do PPB, para a legislatura 1999-2003. Deixou o PPB e filiou-se ao Partido da Frente Liberal (PFL), no ano de 2000. Neste mesmo ano, transferiu-se para o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), em cuja legenda reelegeu-se para a Câmara, em 2002.

Em 2003 ingressou no Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).

Na legislatura de 2003-2007 foi Primeiro Vice-Presidente da Comissão de Educação e Cultura, Primeiro Vice-Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desporto, titular da Comissão de Seguridade Social e Família, e titular da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público.

Foi um dos parlamentares envolvidos no escândalo da “máfia das ambulâncias”, que se tornou público em maio de 2006, quando a Polícia Federal (PF) deflagrou operação que deu origem a uma Comissão Parlamentar de Inquérito, a “CPI dos Sanguessugas”. Instalada em junho de 2006, esta CPI investigou um esquema de corrupção em que parlamentares, através da apresentação de emendas ao Orçamento, conseguiam recursos do Ministério da Saúde para a compra de ambulâncias superfaturadas em diversos municípios. O esquema era coordenado pela empresa que efetuava a venda das ambulâncias, a Planam, que era favorecida nas licitações realizadas pelas prefeituras envolvidas. Sediada no estado do Mato Grosso, a Planam era de propriedade da família Vendoin e, através do assessor Iomar Oliveira, teria repassado ao deputado Jonival Lucas a quantia de R$ 7,3 mil.

Não conseguiu se reeleger para a Câmara no pleito de 2006.

Em 2007, o deputado foi indiciado pela PF, e passou a ser investigado em inquérito, que tramitou no Supremo Tribunal Federal (STF), sobre desvio de verbas do Orçamento da União.

No pleito de outubro de 2010, foi candidato a deputado federal pelo PTB, mas obteve apenas uma suplência.

Em 2012, concorreu e foi eleito para o cargo de prefeito do município de Sapeaçu.