ALMADA, Paulo Marcos
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Paulo Marcos Almada de Abreu nasceu em Dores do Rio Preto (ES) no dia 12 de maio de 1944, filho do farmacêutico José de Barros Abreu e de Geni Almada de Abreu.
Cursou o secundário na Escola Técnica e no Colégio Comercial Professor Humberto Rosas, em Belo Horizonte. Em 1966 iniciou o curso de história na Universidade Federal de Minas Gerais, concluindo-o em 1970. No ano seguinte ingressou no curso de direito da Faculdade de Direito do Oeste de Minas, em Divinópolis (MG), que concluiu em 1975.
Extinto o bipartidarismo em 21 de novembro de 1979, filiou-se ao Partido Popular (PP), liderado por Tancredo Neves. Com a incorporação da agremiação em fevereiro de 1982 ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), ingressou nessa legenda e se elegeu deputado estadual no pleito de novembro de 1982. Assumindo o mandato no início do ano seguinte, participou dos trabalhos legislativos como vice-líder do partido na Assembleia Legislativa, presidente da Comissão de Segurança e da Comissão de Fiscalização e Tomada de Contas, membro titular da Comissão de Minas e Energia e vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Menor.
No pleito de novembro de 1986, candidatou-se a deputado federal constituinte na legenda do PMDB, obtendo a terceira suplência. Com a licença do deputado Luís Leal, convidado para assumir a Secretaria de Educação de Minas Gerais, Paulo Almada ocupou a vaga em 16 de março de 1987. Participou dos trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte como membro titular da Subcomissão dos Direitos Políticos, dos Direitos Coletivos e Garantias, da Comissão da Soberania e dos Direitos e Garantias do Homem e da Mulher, e como suplente, da Subcomissão de Orçamento e Fiscalização Financeira, da Comissão do Sistema Tributário, Orçamento e Finanças. Deixou o mandato em 4 de novembro do mesmo ano, reassumindo-o definitivamente em 16 de agosto de 1988. Com a promulgação da nova Carta Constitucional em 5 de outubro de 1988, passou a participar dos trabalhos legislativos ordinários da Câmara.
No pleito de outubro de 1990 concorreu à reeleição, na legenda do Partido da Reconstrução Nacional (PRN) - partido que, em dezembro do ano anterior, elegera Fernando Collor de Melo presidente da República -, mas obteve apenas a segunda suplência. Deixou a Câmara ao final da legislatura, em janeiro de 1991.
De volta ao PMDB, candidatou-se a deputado estadual no pleito de outubro de 1998, mas obteve apenas 7.761 votos e não conseguiu se eleger. Em 2002 candidatou-se novamente a deputado estadual, mas desta vez pelo Partido Liberal (PL), teve 13.736 votos, conseguindo uma suplência.
Casou-se com Rosângela Galgani Gouveia de Abreu, com quem teve quatro filhos.