NOVAIS, Zelinda
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Zelinda Novais e Silva Jarske nasceu em Iguaí (BA) em 15 de dezembro de 1944, filha de Zelito José da Silva e de Eulinda Novais Silva.
Professora da rede estadual de ensino da Bahia, formou-se em economia em 1976 pela Universidade Católica de Salvador.
Em 1982 assumiu o cargo de secretária municipal de Desenvolvimento Social de Camaçari (BA) e passou a coordenar o núcleo de apoio do gabinete da prefeitura municipal desta cidade.
Formou-se em Administração pela Universidade do Estado da Bahia em 1984.
Em 1987 tornou-se chefe do Núcleo de Pesquisa do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia e neste mesmo ano assumiu a coordenação de Recursos Humanos da prefeitura municipal de Camaçari.
Formou-se em Direito pela Universidade Católica de Salvador no ano de 1994.
Ligada a Igreja Universal do Reino de Deus, foi eleita em 1990 deputada estadual pela Bahia com o apoio desta entidade religiosa, na legenda do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Em 1992 transferiu-se para o partido da Frente Liberal (PFL), e nesta legenda foi reeleita para Assembleia Legislativa local nos dois pleitos seguintes e consecutivos, 1994 e 1998.
Elegeu-se para a Câmara Federal pela Bahia, na legenda do PFL, nas eleições de 2002. Ao assumir o mandato, em 1º de fevereiro de 2003, passou a fazer parte da chamada bancada evangélica. Nesta legislatura foi primeira vice-presidente da comissão especial que elaborou a Lei Nacional da Adoção, aprovada no ano de 2003, titular da comissão especial do Estatuto da Mulher, primeira vice-presidente da comissão especial do Estatuto do Portador de Necessidades Especiais no ano de 2004. Foi também terceira vice-presidente da Comissão Permanente de Direitos Humanos e Minorias em março de 2005 e titular da comissão permanente de Seguridade Social e Família, além de integrar as comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; Constituição e Justiça e de Redação; Defesa do Consumidor; Direitos Humanos; e Relações Exteriores e de Defesa Nacional.
No ano de 2005 foi investigada pelo Ministério Público Federal (MPF) e teve seu entre os alvos de pedido de abertura de inquérito pela Procuradoria-Geral da República por ter sido autora de emendas parlamentares que beneficiaram um suposto esquema de superfaturamento na compra de ambulâncias. Seu nome esteve entre os citados no relatório da CPI dos sanguessugas, mas foi inocentada.
Deixou a Câmara ao término do mandato, em Janeiro de 2007, não tendo mais se candidatado a cargos políticos.
Casou-se com Eurides Jarske, com quem teve uma filha.