ROSSI, Lino
| Tipo | Biográfico |
|---|---|
| Cargos |
|
Laudnir Lino Rossi nasceu em 8 de outubro de 1957 em Astorga (PR), filho de Sebastião José Lino e Alaíde Rabelo Lino.
Foi locutor de rádio ainda em Astorga entre 1972 e 1974, quando se mudou para Riberão Preto (SP). Ali trabalhou na rádio Renascença, até 1976. Seguiu dali para a rádio A Voz de Catanduva (SP), onde trabalhou até 1982. Mudou-se então para Goiânia e foi locutor da Rádio Brasil Central ali localizada até 1984, quando passou a trabalhar para a Rádio e TV Tropical de Porangatu (GO). Em 1987, já em Cuiabá (MT), tornou-se locutor e apresentador da Rádio e TV Gazeta.
Filiou-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) nos anos de 1994 e 1995. Neste último ano transferiu-se para o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), por cuja legenda concorreu às eleições municipais de Cuiabá em 1996, elegendo-se vereador.
Em 1998 candidatou-se com sucesso ao cargo de deputado federal pelo Mato Grosso, na legenda do PSDB. Não teve a mesma sorte, porém, nas eleições de 2002 quando tentou a reeleição, tendo obtido apenas uma suplência. Assumiria o cargo novamente em 2004, ano em que se filiou, primeiro ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) e, em seguida, ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Já no ano seguinte, Rossi mudaria novamente de partido, filiando-se ao Partido Progressista (PP).
Em 2006 seu nome foi envolvido nas investigações da Polícia Federal sobre o chamado caso da máfia dos Sanguessugas: um esquema de compra de ambulâncias com valor superfaturado em até 120%, propiciado por emendas orçamentárias individuais de deputados federais. Lino Rossi foi acusado de aliciar colegas para o esquema. Mesmo negando as acusações, o deputado afirmou manter laços de amizade com a família Vedoin, proprietária da empresa Planam, articuladora do esquema de propinas.
Foi membro titular de comissões permanentes como as de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, Constituição e Justiça Cidadania, Defesa do Consumidor, e Meio Ambiente, entre outras.
Lino Rossi não se candidatou à reeleição em 2006, deixando a Câmara ao final do mandato, em janeiro de 2007.
No mesmo ano, o ex-deputado foi preso pela Polícia Federal, sob a acusação de ter recebido propina da chamada Máfia dos Sanguessugas, mas logo em seguida, passou a responder em liberdade, aguardando o desfecho da investigação.
Em janeiro de de 2013, foi novamente condenado a cerca de três anos e de reclusão domiciliar e pagamento de multa, desta vez pelo crime de sonegação.
Fez curso de jornalismo na Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP) de 1999 a 2001, sem concluí-lo, contudo.
Casou-se com Querli Batistelo.