WILLIAN, Carlos

Carlos Willian de Sousa nasceu em Belo Horizonte no dia 1º de agosto de 1956, filho de Ary de Sousa e de Luísa Alves de Sousa.

Em 1987, ingressou no curso de direito da Faculdade Monsenhor Messias, em Belo Horizonte, e se formou em 1991. Em seguida, cursou pós-graduação lato sensu em administração pública em Sete Lagoas (MG).

Em 2000, foi eleito vereador em Belo Horizonte na legenda do Partido Progressista Brasileiro (PPB). Assumiu uma cadeira na Câmara Municipal em 2001, e em 2002 candidatou-se a deputado federal por Minas Gerais na legenda do Partido Social Trabalhista (PST). Assumiu o mandato na Câmara dos Deputados em fevereiro de 2003, mesmo ano em que o PST foi incorporado ao Partido Liberal (PL). Ainda nesse ano, mudou duas vezes de partido: filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), e depois ao Partido Social Cristão (PSC). Em 2005, deixou o PSC e filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), do qual se tornou vice-líder na Câmara.

Em 2006, reelegeu-se deputado federal, dessa vez na legenda do Partido Trabalhista Cristão (PTC). Iniciou novo mandato em fevereiro de 2007 e foi vice-líder do bloco PMDB/PSC/PTC. Ao longo de seus dois mandatos como deputado federal, participou como titular das comissões de Finanças e Tributação; Fiscalização Financeira e Controle; Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e Legislação Participativa, da qual foi primeiro vice-presidente. Foi membro também de várias comissões especiais.

Em junho de 2007, a Polícia Civil do Estado de São Paulo teria investigado um suposto plano para assassinar o deputado. De acordo com a investigação, o mandante do crime seria o também deputado Mário de Oliveira. O caso foi levado ao Conselho de Ética da Câmara, que, em paralelo, apurou também a possibilidade de se tratar de uma armação. Em março do ano seguinte, o processo foi arquivado por falta de provas. Na Câmara, foi vice-presidente da Comissão de Legislação Participativa, além de ter atuado na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle. Foi também vice-líder do bloco formado por PMDB, PSC e PTC em 2008 e 2010.

Concorreu à reeleição nas eleições de outubro de 2010, porém, com 49.074 votos, não obteve êxito. Deixou a Câmara em janeiro de 2011.