AUDIFAX
| Tipo | Biográfico |
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| Autor(es) | Nelly de Freitas |
Audifax Charles Pimentel Barcelos nasceu em Vitória (ES), no dia 9 de maio de 1964, filho Audifax Barcelos Neves e Maria José Pimentel Barcelos.
Cursou economia na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) em Vitória (ES), entre 1987 e 1990, e administração na mesma universidade, entre 1990 e 1992. Exerceu a profissão de economista na Prefeitura Municipal de Vitória (ES) em 1985 e foi secretário de Planejamento na Secretaria Municipal de Planejamento em Vila Velha (ES) entre 1988 e 1989.
Em 2004, foi eleito no primeiro turno prefeito de Serra (ES) na legenda do Partido Democrático Trabalhista (PDT) com 111.887 votos, tendo ocupado o cargo até 2008.
No ano seguinte, deixou o PDT para filiar-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), pelo qual se candidatou ao cargo de deputado federal pelo estado do Espírito Santo nas eleições de 2010. Obteve êxito com 161.856 votos, tomando posse Fevereiro seguinte.
Na legislatura iniciada, participou, logo nas primeiras semanas, da votação relativa à definição do valor do salário mínimo, conforme proposto pela presidente recém-empossada Dilma Rousseff. Na ocasião, aprovou a moção do governo que determinava R$545 como valor estipulado.
Exerceu ainda, como parte de suas atividades parlamentares, a condição de titular na Comissão de Finanças e Tributação (CFT), bem como nas Comissões Especiais que discutiram as catástrofes climáticas, os atos contra a administração pública (PL 6826/10), a lei de responsabilidade educacional, o plano de metas dos poderes executivos, o aprimoramento das instituições brasileiras e os royalties do petróleo e similares. Foi autor, em Julho de 2011, do Projeto de Decreto Legislativo - PDC 321/11 – referente à alteração na remuneração dos membros do Congresso Nacional, com a extinção dos 14° e 15° salários.
Além deste, apresentou e teve aprovados alguns projetos de lei. Entre os quais: um relativo à simplificação dos trâmites de pedidos de patentes, que, aprovado, alterou a Lei 5.648/70, correspondente à criação do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI); além de outro visando provimento de maior transparência quanto às tarifas cobradas por operadoras de telefonia fixa e móvel; e, o PL 3163/12, que concebia a possibilidade de dedução fiscal, em imposto de renda, do valor de financiamento para aquisição de primeiro imóvel.
Em 2012, foi alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal por suposto crime eleitoral e também de ação civil pública por ato de improbidade administrativa, por não ter apresentado prestações de contas e relatórios de execução orçamentária, relativos ao período à frente da prefeitura de Serra (ES).
No mês de Julho daquele ano, licenciou-se do mandato na Câmara para se dedicar à nova candidatura a prefeito de Serra (ES). Na ocasião do pleito, realizado em Outubro, foi eleito ainda em primeiro turno, tendo recebido 131 mil votos, correspondentes a 61,3% do total válido.
Retomou o exercício do mandato parlamentar após as eleições, tendo proposto, no último trimestre de 2012, alguns projetos de lei relativos a tributos e credenciamentos de medicamentos diversos. Encerrado o ano, deixou a Câmara ser então novamente empossado prefeito de Serra, em Janeiro seguinte. Casou-se com a médica Mara Rejane, com quem teve dois filhos.