BORGHETTI, Cida
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Maria Aparecida Borghetti nasceu em Caçador (SC) no dia 18 defevereiro de 1965, filha de Severino Ivo Borghetti e Ires Anna Borghetti. Seu irmão Juliano Borghetti foi eleito vereador em Curitiba pelo Partido Progressista (PP) em 2008 e reeleito em 2012, tendo atuado como secretário municipal do Esporte e Lazer, durante a gestão do prefeito de Curitiba Cassio Taniguchi, e como administrador da Regional do Pinheirinho, na gestão do prefeito Beto Richa (2004-2008).
Especializou-se em Políticas Públicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (1999-2000) e graduou-se em administração pública pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL) (2007-2010) localizada em Florianópolis (SC). Cursou ainda a graduação em História, na Universidade Tuiuti do Paraná, mas não concluiu o curso.
Empresária do ramo de comunicação, trabalhou como editora, apresentadora e produtora da Rede Bandeirantes de Televisão e foi sócia-proprietária da agência de propaganda VGB Comunicações e Marketing e da C.B. Produções de Vídeo. De 1990 a 1992 foi presidente do Programa de Voluntariado Paranaense (PROVOPAR) de Maringá (PR), tendo coordenado, em 1991, o II Congresso Internacional de Urbanismo, realizado no município.
Deu início à sua trajetória política como militante do Partido Democrático Social (PDS) Jovem. Devido à dissenção dos quadros do PDS, foi filiada ao Partido da Frente Liberal (PFL) até 1997, quando migrou para o Partido Progressista Brasileiro (PPB), que posteriormente viria a chamar-se Partido Progressista (PP). Durante o mandato de Jaime Lerner, foi nomeada assessora especial do governo do Paraná (1998-2000).
Disputou seu primeiro cargo eletivo no pleito de 2000, quando foi candidata à prefeitura do município de Maringá. Na ocasião da eleição, porém, os 22 mil votos recebidos lhe renderam apenas um quarto lugar na disputa.
Dois anos depois, nas eleições realizadas em Outubro, concorreu a uma vaga de deputada estadual, tendo logrado êxito com 53 mil votos. Foi reeleita para a Assembleia Legislativa do Paraná em 2006. Neste período como deputada, foi presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, da Criança e do Adolescente, e integrou ainda comissões de Educação, Cultura e Esportes; de Finanças; de Direitos Humanos e da Cidadania; de Defesa do Consumidor e na Comissão de Redação.
Nas eleições gerais subsequentes, ocorridas em Outubro de 2010, pleiteou uma vaga na Câmara dos Deputados, para a qual recebeu 147 mil votos, que lhe renderam o êxito na condição de quinta mais votada do estado. Empossada então na legislatura iniciada em Fevereiro de 2011, integrou as Comissões de Fiscalização Financeira e Controle; Relações Exteriores e de Defesa Nacional; de Seguridade Social e Família; Comissão de Turismo e Desporto e a Comissão de Cultura. Atuou ainda como vice-líder do PP, mas licenciou-se do mandato parlamentar em Junho de 2013. Foi substituída pelo suplente de sua coligação, Pedro Guerra, do Partido Social Democrático (PSD).
Deixou o PP para filiar-se ao recém-fundado Partido Republicano da Ordem Social (PROS), do qual assumiu a presidência no Paraná. Nas eleições de 2014, compôs, na condição de candidata a vice-governadora, a coligação Todos pelo Paraná, composta por 17 partidos e que tinha como postulante ao Governo do Estado o então mandatário e candidato a reeleição, Beto Richa, do PSDB. Obtiveram êxito já no primeiro turno, quando receberam 55,7% dos votos válidos.
Casou-se com Ricardo Barros, deputado federal entre 1995 e 2011, com quem teve uma filha.