FRANCISCHINI, Fernando
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Fernando Destito Francischini nasceu em Londrina (PR) no dia 26 de março de 1970, filho de Sérgio João Francischini e Tânia Márcia Destito Francischini.
Delegado da Polícia Federal, teve trajetória dedicada à polícia militar e ao combate ao tráfico. Formou-se Oficial da Polícia Militar na Academia Policial Militar do Guatupé (PR) em 1995. No ano seguinte realizou Atualização Profissional em Operações Especiais do Comando de Operações Especiais Companhia de Choque (1996) e, em 1997, ficou em 1º no Curso de Formação de Agente de Polícia da Academia Nacional de Polícia Federal de Brasília (DF). Conclui seu bacharelado em direito em 2000, pela Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal em Brasília e, em 2003 concluiu a Formação de Delegado na Academia Nacional da Polícia Federal. Possui também Capacitação de Combate ao Tráfico Internacional de Seres Humanos pela Organização das Nações Unidas e Secretaria Nacional de Justiça (2004), de Brasília, e Especialização em Lavagem de Dinheiro oriundo da Violação de Direitos Intelectuais, pela Academia Internacional de Aplicação das Leis em Lima, Peru (2006).
Desempenhou a função de Chefe do Setor de Análise de Informações sobre Drogas e Terrorismo da INTERPOL do Departamento de Polícia Federal em Brasília (1998-1999). No mesmo ano em que passou a chefiar o setor, foi também professor da Academia Nacional de Polícia, tendo lecionado no curso de Formação Profissional de Delegado, Escrivão e Agente de Polícia Federal até 2003. Retornou ao Paraná em 2005, quando passou a chefiar a Delegacia de Repressão a Crimes Patrimoniais da Superintendência do Departamento de Polícia Federal de Curitiba, sendo no mesmo período representante do Paraná no Grupo de Trabalho “Delitual” do Mercosul, desenvolvido pelo Ministério da Justiça e pelo Departamento de Polícia Federal em Caracas, Venezuela. No ano de 2006 assumiu como chefe do Serviço Regional Sul da Coordenação de Operações Especiais de Fronteiras do Departamento de Polícia Federal em Curitiba e no ano seguinte mudou-se para São Paulo (SP) para desempenhar o cargo de Chefe da Delegacia de Repressão à Entorpecentes (2007).
Durante sua atuação na polícia teve grande destaque na mídia nacional pelo fato de ter coordenado as investigações que resultaram na prisão dos traficantes Juan Carlos Abadia, colombiano suspeito de mandar matar 15 pessoas nos Estados Unidos e cerca de 300 na Colômbia, e Fernandinho Beira Mar, assim como do contrabandista Law Kin Chong.
Na política, ganhou destaque em 2008, quando participou da criação de uma secretaria municipal antidrogas em Curitiba, junto e a convite do então prefeito Beto Richa, do PSDB. Também a convite dele, filiou-se ao mesmo partido e, em seguida, licenciou-se do cargo de secretário para estar apto a concorrer nas eleições de Outubro. Candidatou-se então a uma vaga na Câmara dos Deputados e obteve êxito com 126 mil votos.
Empossado em Fevereiro seguinte, atuou como vice-líder da minoria da Câmara, e integrou, como titular, a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle e a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, da qual foi também 1º vice-presidente. Presidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública, foi membro do Conselho de Ética da Câmara e participou da Comissão Parlamentar de Inquérito destinada a desvendar Tráfico de Pessoas no Brasil.
Em 2012, alegando falta de espaço no partido, filiou-se ao recém criado Partido Nacional Ecológico (PEN), assumindo no mesmo ano a presidência do Diretório Estadual no Paraná e no ano seguinte a liderança do partido na Câmara. Entretanto, no segundo semestre de 2013, retornou ao PSDB e passou a ser o presidente do Diretório Municipal do PSDB de Curitiba.
Casou-se com Flávia Resende Francischini. Teve quatro filhos, sendo dois deles de seu relacionamento anterior.
Publicou Em Nome da Lei (2010).