ROSO, Alexandre Rubio
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Alexandre Rubio Roso nasceu em São Leopoldo (RS), no dia 12 de novembro de 1964, filho de Guerino Roso e Alexandrina Rubio. Seu pai por duas vezes foi vereador em São Leopoldo e uma vez em Nova Roma do Sul (RS). Formou-se em Medicina pela Universidade de Caxias do Sul - UCS em 1990 e exerceu a profissão na Prefeitura Municipal de São Leopoldo e na Fundação Hospital Centenário do mesmo município.
Filiado ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), concorreu a um cargo eletivo pela primeira vez no pleito municipal de 2000, quando foi o candidato a vereador mais votado de São Leopoldo. Nas eleições municipais seguintes, ocorridas em 2004, então filiado ao Partido Humanista da Solidariedade (PHS), foi candidato a vice-prefeito de São Leopoldo na chapa que tinha como principal postulante o petista Ary Vanazzi. Lograram êxito e assumiram o executivo municipal em Janeiro de 2005.
Migrou para a legenda do Partido Socialista Brasileiro (PSB) em 2005, e, por este, chegou a licenciar-se da função de vice-prefeito para pleitear mandato de deputado estadual nas eleições de 2006, mas, naquela ocasião, os 16 mil votos que recebeu foram insuficientes. De volta ao executivo de São Leopoldo, foi reeleito junto a Ary Vanazzi em 2008 e passou, no ano seguinte, a acumular o cargo de vice-prefeito com o de secretário municipal de saúde. Neste período, foi processado e acusado de falsidade ideológica e desobediência de decisão judicial, por não ter, enquanto secretário, acatado ordem uma ordem de internação.
Também em 2010, licenciou-se dos cargos de secretário e vice-prefeito para concorrer a uma cadeira de deputado, desta vez no Legislativo Federal. Obteve 28 mil votos, que, apesar de insuficientes, renderam-lhe o êxito em função das expressivas votações obtidas por deputados de sua coligação. Renunciou, com isso, às funções exercidas em São Leopoldo para ser empossado na Câmara dos Deputados em Fevereiro de 2011.
No Legislativo Federal, integrou a Comissão Permanente de Seguridade Social e Família, além de diversas comissões que discutiram projetos concernentes à área da saúde e de medicamentos. Em função do mandato parlamentar, passou a ter foro privilegiado e, com isso, tanto o processo citado referente ao período à frente da secretaria de saúde, quanto outro, relativo à acusação de homicídio simples, em função do falecimento de pacientes nos quais realizou cirurgia, foram conduzidos ao Supremo Tribunal Federal. Foi, entretanto, absolvido do primeiro, em Outubro de 2013, enquanto o segundo caso segue em tramitação.
Nas eleições de Outubro de 2014, pleiteou novo mandato, mas os 19 mil votos que obteve lhe renderam apenas a condição de suplente. Assim, deixou a Câmara ao fim da legislatura, em Janeiro de 2015.
Teve um filho.