TAQUES, Pedro
| Tipo | Biográfico |
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| Autor(es) | Luciana Pinheiro |
José Pedro Gonçalves Taques nasceu em 15 de março de 1968 em Cuiabá (MT), filho de Alinor Teixeira Taques e de Eda Gonçalves Taques.
Graduado em Direito pela Faculdade de Taubaté (SP), atuou no âmbito jurídico antes de ingressar na política, tendo se destacado enquanto procurador do Ministério Público Federal (MPF), cargo que exerceu por 15 anos a partir de 1995, atuando em Porto Velho e Rio Branco.
Pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) candidatou-se a senador pelo estado do Mato Grosso nas eleições gerais de outubro de 2010. Obteve a segunda melhor votação e garantiu uma das duas cadeiras disputadas, com 24,48% da preferência dos eleitores. Nessa ocasião, Blairo Maggi, que concorreu ao Senado pelo Partido Republicano (PR), foi o candidato mais votado para o Senado entre os eleitores mato-grossenses, tendo obtido 37, 08% da votação.
Empossado em fevereiro de 2011, Pedro Taques tornou-se membro titular das seguintes comissões do Senado Federal: de Constituição e Justiça; de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática; de Meio Ambiente, Consumidor e Fiscalização e Controle. No mês de abril, apresentou à Casa Legislativa proposta de emenda constitucional (PEC), ainda em tramitação no Congresso, que determina a publicação, em meio impresso e eletrônico, dos atos da administração pública direta e indireta, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Entre outubro de 2013 e abril seguinte, integrou Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou denúncia de existência de um sistema de espionagem, estruturado pelo governo dos Estados Unidos, com o objetivo de monitorar e-mails, ligações telefônicas, dados digitais, além de outras formas de captar informações privilegiadas ou protegidas pela Constituição Federal.
No decorrer de 2014 iniciou campanha política como candidato ao governo do Mato Grosso. Nas eleições de outubro elegeu-se governador ainda no primeiro turno, com 57,25% dos votos, mantendo ampla vantagem frente a Ludio Cabral, do Partido dos Trabalhadores (PT), votado por 32,45% dos eleitores, e a Janete Riva, do Partido Social Democrático (PSD), terceira colocada com 9,92% dos votos.
Taques licenciou-se do Senado e tomou posse do cargo de governador de mato-grossense em janeiro de 2015. Poucos meses depois, em agosto, solicitou desfiliação do PDT, justificando discordar do apoio do partido ao governo da então presidente da República Dilma Rousseff, do PT. No mesmo mês, filiou-se ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).
Para o primeiro biênio de sua gestão no governo mato-grossense, assumiu como mote um programa denominado Transforma Mato Grosso, que estabeleceu 3 mil metas apresentadas à população como plano de governo durante a campanha eleitoral.
Separado, teve uma filha.