MONTES, Wagner

Zenóbio da Costa e Silva nasceu em Duque de Caxias (RJ) no dia 18 de julho de 1954, filho de pai comerciário e de mãe dona de casa.

Durante a adolescência, trabalhou como garçom, vendedor e açougueiro.

Ao projetar uma imagem pública, adotou Wagner Montes dos Santos como nome artístico. Em 1974, começou a trabalhar como repórter policial na Super Rádio Tupi.

Anos depois, investiu na profissão de ator, quando participou dos filmes A morte transparente, de 1978, e A pantera nua, de 1979, além de ter filmado quarenta fotonovelas para as revistas Amiga e Sétimo Céu, ambas da Editora Bloch.

Tornou-se apresentador do programa jornalístico Aqui e Agora, da TV Tupi, em 1979. No ano seguinte, foi contratado pelo SBT para apresentar o programa O povo na TV, emissora de TV onde também atuou como jurado da atração Show de Calouros.

Na década seguinte, dedicou-se à música. Como cantor, lançou os discos Ao meu pai. Me use, abuse, em 1982, Renascer, em 1984 e Fios de ouro, em 1987.

Iniciou a disputa de cargos eletivos em 1990, quando concorreu a uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Recebeu 11.041 votos e não conseguiu se eleger.

Foi contratado pela emissora CNT em 1997, onde apresentou os programas Na Boca do Povo, Em Cima do Fato, Programa Wagner Montes e Novos Talentos.

Em 2003, assinou contrato com a TV Record. Na emissora, apresentou os programas Verdade do Povo, Cidade Alerta Rio, RJ no Ar e Balanço Geral.

Concorreu às eleições de 2006, como candidato a deputado estadual na legenda do Partido Democrático Trabalhista (PDT). Recebeu 111.802 votos e conseguiu a cadeira na ALERJ.

Durante o exercício do mandato, propôs o Projeto de Emenda à Constituição n. 41/2009, autorizando à recondução de bombeiros e policiais militares demitidos de suas corporações por processos administrativos decorrentes de ação criminal, caso absolvidos na ação que deu origem à demissão.

Em 2010, disputou a reeleição. Foi eleito com 528.628 votos.

Durante o exercício do segundo mandato como deputado estadual, ocupou por quatro anos o cargo de primeiro-secretário da mesa diretora da ALERJ.

Filiou-se ao Partido Social Democrático (PSD) em 2014 para disputar, novamente, a reeleição.

Em novembro de 2017, tornou-se presidente em exercício da ALERJ, após afastamento do deputado Jorge Picciani. Em dezembro de 2017. Montes também se afastou do cargo para tratar da saúde, sendo substituído pelo vice-presidente, André Ceciliano, do Partido dos Trabalhadores (PT).

Alistou-se ao Partido Republicano Brasileiro (PRB) para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados durante as eleições de outubro de 2018. Recebeu 65.868 e foi eleito.

Formou-se em Direito pela Universidade Gama Filho.

Faleceu em 26 de janeiro de 2019 no Rio de Janeiro.

Foi casado com Cátia Silveira Pedrosa, com quem teve um filho, Wagner Montes Filho. Do segundo casamento, com a atriz Sônia Lima Montes, teve o segundo filho, Diego Lima Montes.