GAROTINHO, Wladimir

Wladimir Barros Assed Matheus de Oliveira nasceu em Campos dos Goytacazes (RJ) no dia 13 de janeiro de 1985, filho de Anthony William Garotinho Matheus de Oliveira e Rosângela Barros Assed Matheus de Oliveira. Seu pai, Anthony Garotinho, foi governador do estado do Rio de Janeiro (1999-2002) e deputado federal (2011-2015). Sua mãe, Rosinha Garotinho, foi governadora do estado do Rio de Janeiro (2003-2007). Sua irmã, Clarissa Garotinho, atuou como deputada federal por dois mandatos (2015-2019; 2019-).

Formou-se no curso de publicidade e propaganda pela Universidade da Cidade. Atuou no ramo da comunicação e do entretenimento.

Foi filiado ao Partido da República (PR) entre 2009 e 2018, onde exerceu o cargo de presidente municipal da legenda. Coordenou a campanha de sua mãe, Rosinha Garotinho, para a prefeitura de Campos dos Goytacazes em 2012, e participou da campanha de Bruno Dauaire para deputado estadual no Rio de Janeiro, nas eleições de 2014, ambas candidaturas firmadas pelo PR.

Migrou para o Partido Republicano Progressista (PRP) para disputar as eleições de 2018 à Câmara dos Deputados. Foi eleito com 39.398 votos.

Durante o exercício do mandato, migrou para o Partido Social Democrático (PSD) após a extinção e incorporação do PRP ao Patriota. Participou da Comissão de Viação e Transportes.

Nas eleições municipais de 2020, se candidatou à prefeitura de Campos dos Goytacazes, concorrendo pelo PSD na coligação Um Governo de Verdade. Recebeu 42,94% dos votos no primeiro turno, disputando o segundo turno com Caio Vianna, do Partido Democrático Trabalhista (PDT). Wladimir Garotinho foi eleito com 52,4% dos votos no segundo turno.

Durante as eleições municipais de 2020, teve sua candidatura posta sub judice sob a alegação de que o vice da chapa, Frederico Paes (MDB), não haveria respeitado o prazo previsto para desligamento dos cargos de diretor do Hospital de Plantadores de Cana (HPC) e do Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde e Estabelecimentos de Saúde da Região Norte Fluminense (SindihNorte). Após recurso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revogou a inelegibilidade da candidatura e liberou a posse do prefeito eleito.