MIRANDA, Dulce

Dulce Ferreira Pagani Miranda nasceu em Pocrane (Minas Gerais) no dia 15 de dezembro de 1963, filha de Cordovil Ferreira Pagani e Rita Tereza Pagani.

Em 1997, mudou-se para o município de Araguaína.

Foi nomeada à Secretaria do Trabalho e Ação Social de Tocantins em 2003, ano em que se tornou a primeira-dama de governo do estado. Atuou como primeira-dama até 2009, tendo ocupado o posto de secretária para práticas governamentais de desenvolvimento social em 2008.Nas eleições de 2014, concorreu a uma vaga como deputada federal pelo Tocantins dentro dos quadros do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), na coligação “A Experiência Faz a Mudança 1”. Recebeu 75.934 votos e conseguiu ser eleita.

No exercício do mandato na Câmara, atuou como titular da Secretaria da Mulher e como primeira vice-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Integrou comissões permanentes e especiais. Quanto às primeiras, atuou como segunda vice-presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, além de ter sido titular das comissões de Seguridade Social e da Família, e de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência. Quanto às comissões especiais, atuou como titular da designada para a Defesa com o Pessoal na Área da Saúde; e da constituída para analisar o projeto de lei n. 3.636, de 2015, relativo ao Acordo de Leniência. Disputou à reeleição para a Câmara dos Deputados em 2018, nos quadros do MDB dentro da coligação “Renova Tocantins”. Recebeu 40.719 votos e conseguiu ser redirecionada ao cargo.

Por conta da sua atuação como primeira-dama, recebeu o troféu de honra e reconhecimento concedido pelo Sistema Fecomércio do Tocantins, em 2008.

Cursou direito no Instituto de Ensino e Pesquisa Objetivo (IEPO) em Palmas, Tocantins.

Casou-se com Marcelo Miranda, ex-governador de Tocantins, com quem teve dois filhos.