MORAIS, Flávia
| Tipo | Biográfico |
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| Cargos |
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| Autor(es) | Luíza de Araújo Farias (em colaboração) |
Flávia Carreiro Albuquerque Morais nasceu em Belo Horizonte (MG) no dia 26 de abril de 1969, filha de Paulo Carrano Albuquerque e de Maria Emília Carreiro Albuquerque.
Em 1980, iniciou seus estudos em inglês no Centro Cultural Brasil Estados Unidos em Goiânia (GO), concluindo o curso em 1986. No ano seguinte, ingressou na Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia de Goiás (Eseffego). Graduou-se em Educação Física em 2003.
Em 1988, integrou-se à Escola de Natação Tubarão como professora. No ano seguinte, atuou na Escola Técnica Federal de Goiás.
Foi diretora, em 1990, do Educandário Pinguinho de Gente.
Atuou como professora, em 1992, na Escola Estadual Maria Carneiro Pinto.
Tornou-se a primeira-dama do município de Santa Bárbara (GO) em 1993, por conta da eleição de seu marido, George Morais, como prefeito da localidade. No mesmo ano, foi nomeada secretária municipal de assistência social na prefeitura de Santa Bárbara.
Em 1994, tornou-se presidente do Conselho Municipal de Assistência Social de Santa Bárbara.
A partir de 1997, retomou a atividade docente, como professora de português e inglês, no Colégio Estadual Maria Carneiro Pinto, em Santa Bárbara.
Em 2001, tornou-se a primeira-dama do município de Trindade (GO), novamente por conta da eleição de seu marido, George Morais, como prefeito da localidade.
Entre 2000 e 2001, atuou no Conselho Municipal de Assistência Social de Trindade e, também, presidiu o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente na mesma localidade. Durante as eleições de 2002, candidatou-se à deputada estadual por Goiás pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Recebeu 23.842 votos e conseguiu ser eleita.
Formou-se em direito pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC) em 2005.
Disputou a reeleição para deputada estadual durante as eleições de 2006 pelo PSDB, dentro da coligação PSDB/PP. Recebeu 47.761 votos e conseguiu ser eleita.
No exercício do segundo mandato na Assembleia Legislativa, atuou como titular do Conselho Estadual da Criança e do Adolescente; e do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Entre 2007 a 2009, atuou como membro titular do Fórum Nacional de Secretários de Assistência Social. No mesmo período, tornou-se secretária estadual de cidadania e trabalho no governo do estado de Goiás, permanecendo no cargo até 2010. Também atuou como coordenadora da Comissão de Intergestores Bipartite da Assistência Social.
Em 2008, tornou-se presidente estadual de assistência social. No ano seguinte, assumiu o cargo de vice-presidente estadual de assistência social e do Fórum Nacional de Secretários de Assistência Social.
Filiou-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) em 2009.
Nas eleições de 2010, concorreu ao cargo de deputada federal pelo PDT com a coligação “Goiás no rumo certo”. Recebeu 152.553 votos e conseguiu ser eleita.
No exercício do primeiro mandato na Câmara dos Deputados, integrou comissões permanentes e especiais, além de comissões externas e comissões parlamentares de inquérito. No caso das comissões permanentes, foi a primeira vice-líder da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Quanto às Comissões Especiais, presidiu a Proposta de Emenda Constitucional n. 368, de 2009 sobre Recursos Destinados à Irrigação. Também foi titular da comissão designada para analisar a Proposta de Lei n. 7.495, de 2006, que propõe a criação de empregos públicos na Funasa; e da comissão instituída para avaliar a Proposta de Emenda Constitucional n. 478, de 2010, relativa à igualdade de direitos. Foi titular da Comissão Especial criada para examinar o Projeto de Lei de n. 4.238, de 2012, sobre o piso salarial de vigilantes. Ainda foi titular da Comissão Externa que trata da tortura e violência sofrida por Mara Rúbia, Além de relatora da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o Tráfico de Pessoas no Brasil.
Durante as eleições de 2012, disputou o cargo de prefeita de Trindade pelo PDT, dentro da coligação “Rumo à vitória”. Recebeu 15.221 votos e não conseguiu se eleger.
Em 2014, concorreu a uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo PDT, com a coligação “Garantia de um futuro melhor para Goiás”. Recebeu 159.122 votos e conseguiu ser eleita.
No exercício do segundo mandato na Câmara dos Deputados, integrou comissões permanentes e especiais, além de comissões externas. No caso das comissões permanentes, foi presidente da Comissão de Legislação Participativa. Também foi titular da Comissões Permanentes de Trabalho, de Administração e Serviço Público e da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Quanto às comissões especiais, foi a terceira vice-presidente da Proposição Destinada a Elaboração de Lei Complementar de n. 137, de 2015, sobre a criação de municípios; e atuou como titular das comissões especiais constituídas para examinar o Projeto de Lei n. 1.628, de 2015, sobre os direitos do agente comunitário de saúde e a Proposta de Emenda Constitucional n. 134, de 2015, sobre a participação feminina no Poder Legislativo. Também foi titular da Comissão Externa responsável pelo acompanhamento da apuração de crimes de estupro.
Nas eleições de 2018, concorreu à reeleição à deputada federal pelo PDT, dentro da coligação “A mudança é agora”. Recebeu 169.774 votos e conseguiu ser reconduzida ao cargo.
No exercício do terceiro mandato na Câmara dos Deputados, atuou como vice-líder do PDT. Integrou comissões permanentes e especiais, além de comissões externas. No caso das comissões permanentes, foi a primeira vice-presidente da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Também foi titular da Comissão Permanente de Defesa dos Direitos da Mulher e da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa. Quanto às comissões especiais, foi titular das comissões constituídas para analisar a Proposta de Emenda Constitucional de n. 391, de 2017, relativa ao Fundo de Participação dos Municípios; a Proposta de Emenda Constitucional de n. 383, de 2017, sobre o sistema único de assistência social; e a Proposta de Lei de n. 414, de 2021, sobre a expansão do livre mercado no setor elétrico. Ainda atuou como coordenadora da Comissão Externa sobre as Obras Públicas Paralisadas e Inacabadas no País e foi titular da Comissão Externa que tratou do Desastre de Brumadinho.