AMARAL, Max Tavares d’
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Max Tavares d’Amaral nasceu em Itajaí (SC) no dia 2 de junho de 1906, filho de Juvêncio Tavares d’Amaral e de Dora Tavares d’Amaral.
Fez os estudos primários em sua cidade natal e o secundário no Ginásio Catarinense, em Florianópolis, concluído em 1925. Formou-se em dezembro de 1930 pela Faculdade de Direito de São Paulo.
Iniciou suas atividades profissionais como promotor público em Rio do Sul (SC), passando depois a dedicar-se ao exercício da advocacia em Itajaí e Blumenau (SC). Durante o Estado Novo (1937-1945), quando foi promovida uma campanha de “nacionalização do país” e de ataques às colônias estrangeiras no Brasil, dirigiu o jornal alemão Der Urwaldsboote, de Blumenau. Nessa ocasião, apresentou, no I Congresso Catarinense de História, uma comunicação sobre a colonização no vale do rio Itajaí, suscitando calorosa discussão sobre problemas raciais. Entre 1940 e 1943 foi diretor da Empresa Industrial Garcia S.A., em Blumenau.
Findo o Estado Novo (29/10/1945), elegeu-se, em dezembro de 1945, deputado por Santa Catarina à Assembleia Nacional Constituinte, na legenda da União Democrática Nacional (UDN). Empossado em fevereiro de 1946, participou dos trabalhos constituintes e, após a promulgação da nova carta (18/9/1946) passou a exercer o mandato ordinário, integrando a Comissão Especial do Trigo e a Comissão Permanente de Indústria e Comércio da Câmara. Disputou a reeleição em outubro de 1950, na legenda da UDN, obtendo, contudo, apenas uma suplência. Concluiu seu primeiro mandato em janeiro de 1955 e não mais retornou à Câmara dos Deputados.
Exerceu a advocacia também no foro da cidade do Rio de Janeiro, então Distrito Federal.
Faleceu em agosto de 1972.