GOMES, Pimentel
| Tipo | Biográfico |
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Raimundo Pimentel Gomes Neto nasceu em Meruoca (CE) em 6 de dezembro de 1952, filho de Ivan de Icaraí Frota Gomes e de Iara Pimentel Gomes.
Formou-se em medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1976, realizando, no ano seguinte, residência médica na própria universidade. Entre 1978 e 1979, foi residente no Hospital Pedro Ernesto, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
De volta ao Ceará, chefiou, ao longo de 1988, o Centro de Saúde de Sobral (CE). A partir desse mesmo ano, tornou-se médico-cirurgião da Santa Casa de Sobral e diretor regional de saúde. Filiou-se ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) em 1989, tornando-se delegado da Executiva Municipal do partido em Sobral, atividade que exerceu até 1991. No ano seguinte, deixou a Santa Casa de Sobral e a diretoria regional de saúde, tornando-se subsecretário de Saúde do Ceará, durante o governo de Ciro Gomes (1992-1994).
Presidente da Executiva municipal do PSDB em Sobral, ao longo de 1993, deixou a Subsecretaria de Saúde no ano seguinte para se candidatar a uma vaga na Câmara dos Deputados. No pleito de outubro de 1994 foi eleito deputado federal pelo Ceará, tendo como base eleitoral a zona norte do estado. Iniciando o mandato em fevereiro do ano seguinte, passou a integrar a Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias, da qual foi segundo vice-presidente, e, em seguida, membro da comissão especial que altera o sistema da Previdência Social, além de integrar a Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização. Em 1996, votou a favor da criação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), aprovada pela Câmara dos Deputados.
Vice-líder do PSDB na Câmara (1997), membro das comissões de Seguridade Social e Família (1997-1998), e Finanças e Tributação (1998), votou, ainda em 1997, a favor da emenda que propunha reeleição para os cargos do Executivo e pelo fim da estabilidade dos servidores públicos.
No pleito de outubro de 1998, concorreu à reeleição na legenda do Partido Popular Socialista (PPS) em coligação com o PSDB e o Partido Social Democrático (PSD), mas não conseguiu se eleger, obtendo, porém, uma suplência. Em novembro seguinte, votou contra o estabelecimento de um limite para a aposentadoria no setor público e de idade mínima e tempo de contribuição para aposentadoria no setor privado.
Deixou a Câmara dos Deputados em janeiro de 1999, ao final da legislatura, mas reassumiria como suplente em maio de 2001, exercendo o mandato até abril de 2002.