ROSA, Angelino
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Angelino Rosa nasceu em Erexim (RS) no dia 6 de abril de 1928, filho de Ângelo Rosa e de Madalena de Cecco Rosa.
Formado técnico em contabilidade pelo Instituto Educacional de Passo Fundo (RS) em 1949, foi contador e depois sócio-gerente da firma Amélio Rosa e Irmãos, em Barão de Cotegipe (RS). Vereador em sua cidade natal entre 1957 e 1959, transferiu-se posteriormente para Santa Catarina, onde em 1963 assumiu a prefeitura municipal de São José do Cedro.
Em novembro de 1966 elegeu-se deputado à Assembleia Legislativa de Santa Catarina na legenda da Aliança Renovadora Nacional (Arena), partido de sustentação do regime militar instalado no Brasil em abril de 1964, assumindo sua cadeira em fevereiro de 1967, após deixar a prefeitura. Tomou parte na elaboração da Constituição estadual e em novembro de 1970 reelegeu-se deputado estadual, ainda na legenda da Arena. Entre 1971 e 1972 foi primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Santa Catarina. No ano seguinte, além de tornar-se secretário-geral do diretório regional de seu partido, assumiu as funções de primeiro vice-presidente da ALSC e da Companhia Nacional de Escolas da Comunidade, setor de Santa Catarina, cargos que deixou respectivamente em 1974 e 1975. Durante sua permanência na Assembleia Legislativa foi, ainda, membro das comissões de Constituição e Justiça, de Tecnologia, de Agricultura e Desenvolvimento, de Educação e Saúde e de Redação de Leis, tendo sido relator da Lei Orgânica dos Municípios Catarinenses.
Nas eleições de novembro de 1974 elegeu-se deputado federal por Santa Catarina, sempre na legenda da Arena, assumindo sua cadeira na Câmara em fevereiro de 1975, após deixar a Assembleia Legislativa. Membro do diretório nacional da Arena a partir de 1975, nessa legislatura integrou, como titular, a Comissão de Economia, Indústria e Comércio e foi suplente da Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados. Ainda na legenda da Arena, foi reeleito no pleito de novembro de 1978. Com a extinção do bipartidarismo em 29 de novembro de 1979 e a consequente reformulação partidária, filiou-se à nova agremiação de apoio ao governo, o Partido Democrático Social (PDS).
Membro das comissões de Serviço Público e de Fiscalização Financeira e Tomada de Contas e da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que tratou do sistema fundiário brasileiro, deixou a Câmara, em meados de 1982, ao ser nomeado procurador da Fazenda junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE). Desempenhou essas funções até se aposentar, em 1995.
Em 1997, tornou-se coordenador arquidiocesano do Movimento de Renovação Carismática da Igreja Católica em Santa Catarina.
Ao longo de sua vida profissional dirigiu ainda as empresas Colonizadora Tegoni, Industrial Colonizadora Erexim, Colonizadora Indústria e Comércio Itacorá, Madeireira Ipê e Sapema. Tornou-se membro da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).
Casou-se com Valeci Rosa.