VIOLA, Armando
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Armando Batista Viola nasceu em Baixo Guandu (ES), no dia 29 de setembro de 1943, filho de Luís Viola e Onofra Batista Viola.
Formado pela Faculdade de Direito de Colatina (ES), filiou-se em 1966 ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de oposição ao regime militar instaurado no país em abril de 1964, e estreou na política elegendo-se vereador à Câmara Municipal de Baixo Guandu em novembro de 1966. Empossado no início do ano seguinte, presidiu a Comissão de Justiça, função que exerceria até o início de 1971. Prefeito de Baixo Guandu, eleito em novembro de 1970, completou o mandato em janeiro de 1973.
Diretor de compras da prefeitura de Linhares (ES), de 1975 a 1977, deixou o cargo para assumir a Secretaria Municipal de Planejamento, à frente da qual permaneceu até 1978.
Com a extinção do bipartidarismo em novembro de 1979 e a consequente reformulação partidária, filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), e em novembro de 1982 disputou com êxito uma cadeira de deputado estadual. Vice-líder da bancada, na Assembleia Legislativa presidiu a Comissão de Justiça, entre 1983 e 1985, e exerceu a primeira vice-presidência da mesa, de 1984 a 1986.
Eleito deputado estadual constituinte em novembro de 1986, iniciou seu segundo mandato em fevereiro do ano seguinte, voltando a presidir a Comissão de Justiça e, durante o ano de 1988, à liderança do partido. Presidiu a Comissão de Orçamento, Fiscalização Contábil e Tomada de Contas. Em 1989, tornou-se segundo-secretário da Assembleia Legislativa, cargo que manteria até o final do mandato.
No pleito de outubro de 1990 candidatou-se a deputado federal pelo Espírito Santo, ainda na legenda do PMDB, obtendo uma suplência. De 1992 a 1993 desempenhou as funções de procurador da Assembleia Legislativa.
Tomou posse e foi efetivado na Câmara dos Deputados em 4 de janeiro de 1993, no lugar de Aluísio Santos, que renunciara ao mandato em 31 de dezembro do ano anterior, e participou da Comissão de Viação e Transportes. Votou pela criação do Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira - o chamado imposto do cheque - e do Fundo Social de Emergência (FSE), que permitiria ao governo gastar até 20% da arrecadação vinculada às áreas de saúde e de educação. Esteve ausente das votações acerca do fim do voto obrigatório.
Disputou novo mandato no pleito de outubro de 1994, obtendo uma suplência. Retirou-se da Câmara dos Deputados ao término da legislatura, em janeiro do ano seguinte.
Em fevereiro de 1997 foi nomeado diretor geral da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (ALES), durante a gestão do presidente José Carlos Gratz, permaneceu no cargo até janeiro de 1999, quando foi substituído por André Nogueira. Em 2003 foi chamado para depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Seguro, na ALES. A CPI do Seguro foi criada, em 2003, com o objetivo de apurar possíveis irregularidades no Instituto de Previdência dos Deputados Estaduais, contrato de seguro de vida para os deputados estaduais e pensionistas do extinto (IPDE).
No ano de 2009 começou a atuar na Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SEMEC) de Baixo Guandu (ES).
Casou-se com Telma Mendonça Viola, com quem teve quatro filhos.