VIVAS, Joel
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Joel Vivas de Sousa nasceu em Magé (RJ) no dia 26 de julho de 1930, filho de Carlos Vivas de Sousa e Maria Vivas de Sousa.
Diplomou-se médico pela Faculdade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro da antiga Federação das Escolas Federais Integradas do Estado da Guanabara (FEFIEG), atual Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO), em 1950. Trabalhou no Hospital Getúlio Vargas desde sua fundação, e nos postos da Penha e da Quinta da Boa Vista do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS).
No pleito de novembro de 1974, candidatou-se a deputado estadual no Rio de Janeiro pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Obteve a maior votação do país para a Assembleia Legislativa, alcançando cerca de 87 mil votos, devido a seus próprios clientes, que o lançaram para concorrer pela primeira vez a uma legislatura. Empossado em março de 1975, participou como relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Hospitais do Estado do Rio de Janeiro e foi vice-presidente da Comissão de Saúde. Ainda na Assembleia Legislativa, apresentou um projeto em que propunha o nome de Papai Noel para uma praça pública. A partir daí, passou a ser reconhecido pelo cognome de Noel Vivas.
Em 1978, bacharelou-se em ciências jurídicas e sociais pela Sociedade Universitária Augusto Mota (SUAM), no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, nas eleições de novembro, concorreu a uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Estado do Rio, na legenda do MDB. Eleito com o apoio do esquema político do ex-governador Antônio de Pádua Chagas Freitas, foi empossado em março de 1979. Nesse ano, integrou a Comissão de Saúde da Câmara.
Com a extinção do bipartidarismo em 29 de novembro deste ano, e a consequente reformulação partidária, filiou-se ao Partido Popular (PP), liderado, no Estado do Rio, por Chagas Freitas. Nos anos de 1980 e 1981, foi membro da Comissão de Trabalho e Legislação Social. Com a incorporação do PP pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) em fevereiro de 1982, ingressou nessa agremiação.
Tentou se reeleger em novembro de 1982 pelo PMDB, mas não teve êxito. Em janeiro de 1983, encerrou o seu mandato, deixando a Câmara dos Deputados.
Filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), concorreu sem êxito a uma cadeira na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, nas eleições de outubro de 1996.
Foi um dos fundadores da Associação para Crianças Excepcionais (ASCE).
Casou-se com Cléa Botelho de Sousa com quem teve dois filhos.