NUNES, Robério
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Robério Cássio Ribeiro Nunes nasceu em Macaúbas (BA) em 3 de novembro de 1964, filho de Sebastião Nunes e de Selma Lisete de Castro Ribeiro Nunes.
Advogado e empresário, começou suas atividades profissionais em 1979 como office-boy da agência do Banco do Brasil na cidade de Macaúbas. Tornou-se mais tarde diretor da empresa Algodoeira Real Ltda. desta mesma cidade, em 1983, permanecendo nesta função até o ano de 1986. Neste ano, Ingressou na faculdade de direito, pela Universidade Católica de Salvador.
Filiou-se ao Partido da Frente Liberal (PFL) no ano de 1986, elegendo-se deputado estadual pela Bahia nesta legenda, nas eleições de 1990. Na Assembleia local foi vice-presidente da Comissão de Defesa ao Consumidor no ano de 1991, titular da Comissão Especial de Divisão Territorial, titular da Comissão Especial de Desenvolvimento Econômico e Turismo no ano de 1992 e da Comissão Especial de Defesa do Consumidor de 1992 até 1994.
Reelegeu-se deputado estadual nas eleições de 1994. No ano seguinte assumiu a 3ª vice-presidência da Mesa Diretora da Assembleia, cargo que ocupou até 1997. Obteve novo mandato para o legislativo estadual em 1998.
Na legenda do PFL elegeu-se deputado federal pela Bahia em 2002. Na legislatura iniciada em fevereiro de 2003, foi relator do projeto de decreto legislativo que ratificou o texto do acordo aprovado no ano anterior sobre a cooperação entre os governos do Brasil e da França para desenvolvimento de utilizações pacíficas de energia nuclear. Foi também titular das comissões permanentes de Minas e Energia e Defesa do Consumidor. Assim como das comissões especiais sobre coligações eleitorais, agentes comunitários de saúde da comissão especial sobre a reforma do Judiciário.
Em 2006, seu nome esteve entre os envolvidos no caso que ficou conhecido como “escândalo dos sanguessugas”, segundo o qual a empresa Planam contaria com apoio de deputados federais e senadores para apresentar emendas ao orçamento da União, obtendo recursos para fraudar licitações e vender ambulâncias para prefeituras com valores superfaturados. Após a Polícia Federal ter descoberto o esquema, uma CPI foi instalada no Congresso Nacional para investigar o envolvimento de parlamentares no caso. Apesar das denúncias, concorreu ao cargo de deputado estadual pelo PFL baiano, mas não obteve êxito.
Em 2010, filiado ao Democratas, que havia passado a ser o novo nome do extinto PFL desde 2007, também concorreu ao cargo de deputado estadual, mas obteve uma suplência.
Em 2011, pediu o cancelamento da filiação ao DEM e migrou para o Partido Democrático Trabalhista (PDT), pelo qual concorreu nas eleições do ano seguinte ao cargo de prefeito do município de Érico Cardoso, mas não obteve êxito.
Continuou seus estudos em direito com os cursos de especialização em Direito Constitucional, Direito Penal e Direito Administrativo pela mesma universidade. Atuou também no setor de radiodifusão em Macúbas.
Casou-se com Flávia Magalhães Nunes, com quem teve dois filhos.